domingo, 10 de abril de 2011

Curso para Voluntários do Plantão da Paz

"Coloco em primeira instância o consolo que é preciso oferecer aos que sofrem,
erguer a coragem dos caídos, arrancar um homem de suas paixões,
do desespero, do suicídio, detê-lo talvez no limiar do crime!”
(Allan Kardec, Viagem Espírita, de 1862)


Há 12 anos, o PLANTÃO DA PAZ, instituição espírita, realiza serviço de atendimento fraterno, anônimo e sigiloso, através do telefone (71) 3322-3580, de segunda à sábado, das 8 às 21h, e aos domingos, pela manhã.

Desde 2009, objetivando atingir um maior número de pessoas necessitadas de palavras de esperança e conforto espiritual, o PLANTÃO DA PAZ desempenha sua atividade de apoio fraterno também pela Internet, através do Messenger (plantaodapaz@hotmail.com) e Skype (plantao.da.paz).

O atendente é um amigo-voluntário que profere uma mensagem de conforto e otimismo àquele que, provavelmente, passa por alguma dificuldade no campo das relações afetivas, familiares e existenciais e que, sozinho, tem dificuldade em encontrar uma solução.

Desejando atender cada vez mais aos necessitados de palavras de conforto, o PLANTÃO DA PAZ promove periodicamente cursos de formação para novos voluntários. Para ser voluntário do PLANTÃO DA PAZ, é necessário ser maior de 21 anos, espírita com bons conhecimentos doutrinários, ter equilíbrio emocional, facilidade de comunicação e de trabalhar em equipe.

Cada voluntário participa de um plantão de 3 horas semanais. Aproveite a oportunidade para trabalhar em favor dos irmãos mais necessitados, levando-lhes palavras de encorajamento, otimismo e paz.

Seja mais um voluntário do PLANTÃO DA PAZ! Os interessados poderão obter informações e se inscrever através do telefone (71) 3322-3580 ou e-mail: plantaodapaz@gmail.com.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Oremos Agindo


Vigiai e orai para que não entreis em tentação... - Jesus (Marcos, 14:38)

Diante da prova ora, envidando meios de transformá-la em experiência benéfica.

Diante da penúria orar, desenvolvendo serviço que a desfaça.

Diante da ignorância orar, acendendo luz que lhe dissipe a sombra.

Diante da enfermidade orar, procurando medicação que lhe afaste os prejuízos.

Diante do desastre orar, empreendendo ações que lhe anulem os afetos.

Diante da dificuldade orar, aproveitando a lição dos obstáculos de modo a evitá-los futuramente.

Diante do sofrimento orar, construindo caminhos para a devida libertação.

Diante da discórdia orar, edificando recursos para o estabelecimento da paz.

Orar sempre, mas agir cada vez mais para que se realize o melhor.

Disse-nos o Senhor: vigiai e orai para que não entreis em tentação... e, realmente, acima de tudo vigiam e oram aqueles que ativamente se esforçam para que, em tudo, se faça o bem que nos cabe fazer.

(Francisco Cândido Xavier por Emmanuel. In: Benção de Paz)

domingo, 20 de março de 2011

Felicidade Possível


Acreditavas que a felicidade seria semelhante a uma ilha fantástica de prazer constante e paz permanente. Um lugar onde não houvesse preocupação, nem se apresentasse a dor; no qual os sorrisos brilhassem nos lábios, e a beleza engrinaldasse de festa as criaturas.



Uma felicidade feita de fantasias parecia ser a tua busca. Planejastes a vida, objetivando encontrar esse reino encantado, onde, por fim, descansasses da fadiga, da aflição e fruísses a harmonia.

Passam-se anos, e somas frustações, anotando desencantos e amarguras, sem anelada conquista.

Lentamente, entregas-te ao desânimo, e sentes que estás discriminado no mundo, quando vês as propagandas apresentadas pela mídia, nas quais desfilam os jovens, belos e jubilosos, desperdiçando saúde, robustez, corpos venusinos e apolíneos, usando cigarros e bebidas famosas, brincando em iates de luxo, ou exibindo-se em desportos da moda, invejáveis, triunfantes...

Crês que eles são felizes...

Não sabes quanto custa, em sacrifício e dor, alcançar o topo da fama e permanecer lá.

Sob quase todos aqueles sorrisos, que são estudados, estão a face da amargura e as marcas do ressaibo, do arrependimento.

Alguns envenenaram a alma dos charcos por onde andaram, antes de serem conhecidos e disputados.

Muitos se entregaram a drogas pertubadoras, que lhes consomem a juventude, qual ocorreu com as multidões de outros, que os anteciparam e desapareceram.

Esquecidos e enfermos, aqueles que foram pessoas-objeto, amargam hoje a miséria a que se acolheram ou foram atirados.

Felicidade, porém, é conquista íntima.

Todos os que se encontram na Terra, nascidos em berços de ouro ou de palha, homenageados ou desprezados, belos ou feios, são feitos do mesmo barro frágil de carne, e experimentam, de uma ou de outra forma, vicissitudes, decepções, doenças e desconforto.

Ninguém, no mundo terreno, vive em regime especial. O que parece, não excede a imagem, a ilusão.

Se desejas ser feliz, vive, cada momento, de forma integral, reunindo as cotas de alegria, de esperança, de sonho, de bênção, num painel plenificador.

As ocorrências de dor são experiências para as de saúde e de paz.

A felicidade não são coisas: é um estado interno, uma emoção.

Abençoa os acidentes de percurso, que denominas como desdita, segue na direção das metas, e verás quantas concessões de felicidade pela frente, aguardando por ti.

Quem avança monte acima, pisa pedregulhos que ferem os pés, mas também flores miúdas e verdejante relva, que teimam em nascer ali colocando beleza no chão.

Reúne essas florezinhas em um ramalhete, toma das pedras pequeninas fazendo colares, e descobrirás que, para a criatura ser feliz, basta amar e saber discernir, nas coisas e nos sucessos da marcha, a vontade de Deus e as necessidades para a evolução.

Mensagem de Joanna de Ângelis, através da psicografia de Divaldo Franco.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Amor de Plenitude


Em qualquer circunstância a terapia mais eficiente é amar.

O amor possui um admirável condão que proporciona felicidade, porque estimula os demais sentimentos para a conquista do Self, fazendo desabrochar os tesouros da saúde e da alegria de viver, conduzindo aos páramos da plenitude.

Ao estímulo do pensamento e conduzido pelo sentimento que se engrandece, o amor desencadeia reações físicas, descargas de adrenalina, que proporcionam o bem-estar e o desejo de viver na sua esfera de ação.

Inato no ser humano, porque procedente do Excelso Amor, pode ser considerado como razão da vida, na qual se desenvolvem as aptidões elevadas do Espírito, assinalado para a vitória sobre as paixões.

Mesmo quando irrompe asselvajado, como impulso na busca do prazer, expressa-se como forma de ascensão, mediante a qual abandona as baixadas do bruto, que nele jaz para fazer desabrochar o anjo para cuja conquista marcha.

A sua essência sutil comanda o pensamento dos heróis, a conduta dos santos, a beleza dos artistas, a inspiração dos gênios e dos sábios, a dedicação dos mártires, colocando beleza e cor nas paisagens mais ermas e sombrias que, por acaso, existam.

Pode ver um poema de esperança onde jaz a morte e a decomposição, já que ensina a lei das transformações de todas as coisas e ocorrências, abrindo espaço para que seja alcançada a meta estatuída nas Leis da Criação, que é a harmonia.

Mesmo no aparente caos, que a capacidade humana não consegue entender, encontra-se o Amor trabalhando as substâncias que o constituem, direcionando o labor no rumo da perfeição.

O homem sofre e se permite transtornos psicológicos porque ainda não se resolveu, realmente, pelo amor, que dá, que sorri de felicidade quando o ser amado é feliz, liberando-se do ego a pouco e pouco, enquanto desenvolve o sentido de solidariedade que deve viver em tudo e em todos, contribuindo com a sua quota de esforço para a conquista da sua realidade.

Liberando-se dos instintos básicos, ainda em predomínio, o ser avança, degrau a degrau, na escada do progresso e enriquece-se de estímulos que o levam a amar sem cessar, porquanto todas as aspirações se resumem no ato de ser quem ama.

A síntese proposta por Jesus em torno do amor, é das mais belas psicoterapias que se conhece: Amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, em uma trilogia harmônica.

Ante a impossibilidade de o homem amar a Deus em plenitude, já que tem dificuldade em conceber o Absoluto, realiza o mister, invertendo a ordem do ensinamento, amando-se de início, a fim de desenvolver as aptidões que lhe dormem em latência, esforçando-se por adquirir valores iluminativos a cada momento, crescendo na direção do amor ao próximo, decorrência natural do auto-amor, já que o outro é extensão dele mesmo, para, finalmente amar a Deus, em uma transcendência incomparável, na qual o amor predomina em todas as emoções e é o responsável por todos os atos.

Diante, portanto, de qualquer situação, é necessário amar.

Desamado, se deve amar.

Perseguido, é preciso amar.

Odiado, torna-se indispensável amar.

Algemado a qualquer paixão dissolvente, a libertação vem através do amor.

Quando se ama, se é livre.

Quando se ama, se é saudável.

Quando se ama, se desperta para a plenitude.

Quando se ama, se rompem as couraças e os anéis que envolvem o corpo, e o Espírito se movimenta produzindo vida e renovação interior.

O amor é luz na escuridão dos sentimentos tumultuados, apontando o rumo.

O amor é bênção que luariza as dores morais.

O amor proporciona paz.

O amor é estímulo permanente.

Somente, portanto, através do amor, é que o ser humano alcança as cumeadas da evolução, transformando as aspirações em realidades que movimenta na direção do bem geral.

O amor de plenitude é, portanto, o momento culminante do ato de amar.

Desse modo, através do amor, imbatível amor, o ser se espiritualiza e avança na direção do infinito, plenamente realizado, totalmente saudável, portanto, feliz.

Mensagem de Joanna de Angelis, através da psicografia Divaldo Pereira Franco. Do livro: Amor, Imbatível Amor.

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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Jesus



Jesus foi na Terra a mais perfeita encarnação do Amor Divino.

E ainda hoje, nos dias amargurados que transcorrem, é para a Humanidade a promessa de Paz, o manto protetor que abriga os aflitos e os infelizes, o pão que sacia os esfomeados das verdades eternas, a fonte que desaltera todos os sofredores.


Apegai-vos a Ele, cheio de confiança!
Ele é misericórdia personificada, o Jardineiro Bendito que jorra, no coração dos transviados do caminho do bem, as sementes do arrependimento que hão de florir na Regeneração e frutificar na perfeita felicidade espiritual.


Ouvi a sua voz no silêncio da consciência que vos fala do cumprimento austero de todos os deveres cristãos, e um dia descansareis reunidos, ligados pelos liames inquebrantáveis da fraternidade além da morte, à sombra da árvore luminosa das boas ações que praticastes, longe das lágrimas do orbe obscuro,
Dos prantos e das provações remissoras!...

Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Antologia Mediúnica do Natal. Ditado pelo Espírito Marta. 5 edição. Capítulo 24. Rio de Janeiro, RJ: FEB.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Amanheceu o dia...


O dia apenas amanhecera...

Mas aquele não era um dia comum. Era o primeiro dia de uma nova era que se iniciava para a Humanidade inteira...

A partir daquele acontecimento, o Mundo jamais seria o mesmo. Um acontecimento que constituiria um novo marco na História...

Amanheceu o dia... E as luzes daquele amanhecer se espalharam lentamente sobre Israel para, logo mais, pairar soberanas por sobre toda a Terra...

As almas se aquietaram ante a mensagem silenciosa que envolvia o Oriente...

Os sofredores sentiram que um novo alento chegava para balsamizar seus corações em brasa...

Os cegos vislumbraram uma chama que despontava além da escuridão... E os pobres desprezados ouviram, naquele amanhecer, uma canção de esperança a ecoar por todos os rincões da Terra...

O dia apenas amanhecera... E os equivocados, que se julgavam donos absolutos do poder, sentiram suas bases tremerem diante Daquele que viera investido de todos os poderes e glórias, em nome do Pai...

Os hipócritas se confundiram, e os ricos de alma pobre perceberam a fragilidade de suas posses temporárias...

Em Belém... Ele chega silencioso, puro, soberano, e fica...

Ele reúne os aflitos e os agasalha junto ao próprio peito...

Nada solicita, não exige coisa alguma... Apenas ampara.

Libertador por excelência, canta o hino da verdadeira liberdade, ensinando a destruir os grilhões da inferioridade que prende o homem às mais cruéis cadeias...

Sol de primeira grandeza, espanca com a Sua claridade as sombras dos milênios...

A suavidade da Sua voz mansa acorda as esperanças adormecidas e faz que se levantem os ideais esquecidos...

Ao forte clamor do Seu verbo erguem-se os dias, e as horas do futuro vibram, aprofundando na alma do Mundo os alicerces da Humanidade feliz do porvir...

Jesus, Rei Celeste, aceita como berço a manjedoura de uma estrebaria singela, deixando para a Humanidade a profunda lição da humildade, inaugurando um reinado diferente entre as criaturas.

Senhor do Mundo, deixa-Se confundir com a multidão esfarrapada, espalhando Seu suave perfume entre os sofredores.

Troca as glórias dos céus pelas tardes quentes de Jericó...

Deixa a companhia dos Espíritos puros para caminhar entre os miseráveis de toda sorte...

Aceita o pó das estradas e enfrenta fome e frio para acalentar os infelizes sem esperanças que se arrastavam sobre a Terra.

Abandona os esplendores da Via Láctea para pregar a Boa Nova nas madrugadas mornas de Cafarnaum...

Deixa as melodias celestes para cantar a esperança embalada pela orquestra espontânea da natureza, no cenário das primaveras e verões, entre as aldeias e o lago.

É traído, desprezado e pregado numa cruz...

Mas ressurge numa tranqüila e luminosa manhã para dizer que a Vida não cessa e reafirmar que estaria conosco para todo o sempre...

* * *
O dia apenas amanhece...

É Natal...

Que as luzes desse amanhecer se espalhem lentamente sobre seu coração, sobre o seu lar, sobre a Terra inteira...

E que o suave perfume do aniversariante penetre em sua intimidade, discreto, silencioso e aí permaneça para sempre, para que você possa sentir um Feliz Natal.

Autor: Redação do Momento Espírita, com base no cap. 1 do livro Primícias do reino, pelo Espírito Amélia Rodrigues, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.Em 01.12.2008.